REFORMAR: VALE A PENA ?

Cansando de chegar em casa e ver sempre aquele mesmo móvel, com aquela mesma cor, aquela sala que já não combina mais com você…Ou aquela mesma goteira no banheiro, mesma infiltração na parede sala e já tem até um certo apreço por aquela rachadura…

Seja qual formo motivo, por estar enjoado, por querer atualizar um ambiente ou consertar um defeitinho ou um “defeitão” em sua casa, reformar vale a pena!

Vale até aproveitar o momento de consertar ou redecorar também para adaptar a sua casa para uma casa mais “ecológica”. O ambiente pode ser transformado com recursos simples que vão deixar seu ambiente com cara nova!

A cada dia os materiais de construção estão modernos e práticos, seguindo uma tendência do “faça você mesmo”. Também estão mais acessíveis e ecológicos, se tornando também mais flexíveis e adaptáveis para qualquer ambiente.

Mesmo que seja você mesmo quem vai fazer a sua reforma, é necessário fazer um planejamento, para não ser perder, não faltar, nem sobrar materiais, e não ser pego de surpresa com imprevistos e nem fazer algo que possa se arrepender. Para isso, temos 10 dicas para te dar:

  1. Liste o que você mais gostaria de mudar. Não esqueça de considerar os hábitos e necessidade seus e de sua família.
  2. Tente reaproveitar os ao máximos os móveis que já possui, dando a eles novo uso ou aparência.
  3. Crie espaços funcionais e práticos, para que o ambiente fique o mais organizado possível no dia a dia.
  4. Lembre-se de aproveitar iluminação natural e instalar iluminação adequada.
  5. Use tapetes para separar os ambientes, de forma sutil.
  6. Não se esqueça do estilo – pense naquilo que mais tem a ver com a sua personalidade.
  7. Faça um planejamento e um projeto.
  8. Faça orçamentos em pelo menos três lojas e coloque organizados por quantidade, características e preço do projeto e veja se o valor se adequa às suas possibilidades.
  9. Utilize materiais e revestimentos de fácil aplicação, como papel de parede, laminados e cortinas. Além de práticos, esses materiais permitem uma mudança rápida e de impacto.
  10. Mãos à obra!

Escolhendo os Materiais

Reforma nas paredes

Uma das mudanças de grande impacto no ambiente é cor das paredes! Uma “corzinha” na parede, e a sala já é outra! Cores quentes, como amarelo, laranja, vermelho, dão aconchego. Já as cores frias são tranquilizantes, como verde, azul e cinza. O importante é definir um tom que deseja utilizar na sala inteira, e a partir dele escolher que cor serão os outros elementos. A combinação de cores é essencial em qualquer decoração! Também é fundamental dar contraste, por exemplo, se seu sofá é claro, opte por almofadas e tapetes escuros. Dica: A cor Rose Quartz é tendência para 2016.

Para quem ainda tem dúvidas sobre as cores que deseja utilizar para pintar as paredes, separamos três simuladores poderá ajudar muito na visualização de como pode ficar seu ambiente. É muito prático e gostoso de utilizar, é uma brincadeira para gente grande.

  • Tintas Coral: http://www.coral.com.br/ferramentas.aspx
  • Tintas Lukscolor: http://www.lukscolor.com.br/simulador/
  • Tintas Suvinil: https://www.suvinil.com.br/SimuladorV2/

Após escolher sua cor, confirme com o vendedor na loja a cor que você quer. As vezes, pela variação na tela do computador, a cor pode mudar até dois tons, e a parede ficar diferente do que você tinha imaginado.

Papel de parede:

O papel de parede tem sido muito utilizado para reformas. Com muitas variedades de padrões e cores, é um revestimento extremamente fácil e rápido de ser aplicado, e pode ser usado até em banheiros. É bom atentar para as especificações da aplicação dos papeis de parede, a forma de colar, quanto precisa de cola. A maioria dos sites de venda de papel de parede vem com um simulador de quantidade de papel que precisa, e também da cola. Neste link você pode encontrar um:

color24.eu/faq/Tapetenrechner_pt.php

Piso

Pode parecer complicado, mas trocar o piso também pode ser simples. Há uma grande diversidade de materiais para pisos de fácil aplicação.

A escolha do piso é um fator muito importante para a residência porque envolvem desde a funcionalidade, estética e conforto. Por isso, antes de escolher, é preciso prestar atenção nas características do ambiente em que ele será aplicado. Se é uma área úmida ou seca, se é interna ou externa, a existência ou não de animais de estimação e de crianças também deve ser considerada. Com base nisso, fica mais fácil escolher as opções mais adequada.

Há diversos recursos para a transformação “faça você mesmo” no mercado de construção civil. Novas cortinas, armários de fácil instalação, torneiras com economia de água, redutor de vazão de água para torneiras, válvulas de descargas duplas, placa solares, são outras formas simples de reformar e adaptar sua casa mais sustentável.

Entulhos

Seja a construção da casa dos sonhos ou apenas fazendo uma reforma básica, a obra sempre acumula entulho e os restos e materiais e outros tipos de resíduos precisam sair da sua casa. E o destino desse lixo não é o lixo comum!

Descubra em sua cidade as formas corretas descartar esses resíduos, algumas prefeituras fazer isso gratuitamente, dependendo da quantidade, mas uma ótima opção é aluguel de caçambas.

3 Razões para Investir em Imóveis Comerciais para Alugar

Existem diversas razões para que você invista em imóveis para locação como fonte de renda, e de preferência que receba maior margem de lucro. Para isso, os melhores imóveis são os comerciais e galpões. Confira TRÊS bons motivos para escolher esses imóveis.

1 – Grande oferta de financiamentos imobiliários

Apesar de ainda haver uma grande carência de unidades habitacionais no país, a grande oferta de financiamentos imobiliários está fazendo com que muitos supostos inquilinos consigam facilidades para adquirir a casa própria. Dessa forma, dependendo da localidade e da classe social, pode estar mais difícil conseguir esses inquilinos.

2 – Tempo de contrato de locação

Uma grande vantagem para os proprietários de imóveis comerciais e galpões é o tempo de contrato de locação. Boas empresas não tem interesse em ficar mudando de local, já que criam suas clientelas, e como o contrato de locação para esse tipo de imóvel não responde à Lei do Inquilinato, o tempo contratado pode se estender. Grande parte dos contratos de imóveis comerciais é negociada com prazos de cinco, dez, até 20 anos. O que dá mais tranquilidade e também retorno.

3 – Lucro 

Como dito acima, quanto mais tempo de aluguel garantido, melhor. Já que a grande maioria das empresas não compra os grandes imóveis, apenas aluga, e o valor de aluguel é reajustado a cada ano, quanto mais tempo de aluguel, mais reajuste.

Enquanto a locação de uma casa rende em média de 0,6% a 0,8% do valor do imóvel por mês, a de um galpão fica entre 1,2% a 1,5%, é quase o dobro.

Mas, na hora de investir não se pode escolher sem critérios! Hoje em dia, para atender a tendência de mercado, as edificações precisam ser modernas, adaptadas e inteligentes. Os materiais devem ser de boa qualidade. As plantas devem ser modernas e atender às necessidades atuais das empresas. Por isso, antes de investir, o ideal é contratar uma assessoria especializada para não fazer uma escolha errada. E procurar uma construtora de confiança!

Como Decorar Quarto Pequeno de Bebê

Para quem está esperando um bebê à expectativa é grande! São muitas mudanças, planejamentos e preparações para a chegada deste bebê. Já que é onde a mãe a criança vão passar a maior parte do tempo depois do nascimento, a decoração do quarto do bebê é um ponto muito importante nessa preparação, e que deixa muita mãe preocupada, para tudo estar perfeito.

Mas beleza não é tudo que se espera do quarto de um bebê, é importante que quarto seja organizado e funcional para a mãe e o bebê.

Para decorar um quarto de bebê, você pode optar por fazer a sua própria composição ou recorrer aos modelos planejados ou modulados, que são construídos inteiramente e são mais econômicos tanto financeiramente, quando melhores adaptados aos espaços. Se o quarto do seu bebê é pequeno, ele pode ficar ainda mais prático com nossas dicas:

Móveis:

Os móveis mais adequados para a melhor comodidade e funcionamento nesta fase de chegada do bebê são o berço, o armário, uma cômoda para a troca do bebê e uma poltrona para a mãe sentar-se e amamentar a criança. Um pufe também será de grande valia para descansar as pernas e ficar bem acomodada. Uma mesinha ao lado da poltrona também é ótima para apoiar utensílios, fraldinhas e uma garrafinha de água, já que a amamentação da muita sede!

Existem linhas de móveis mais compactos, que podem permitir serem todos bem acomodados em um ambiente pequeno. Mas mesmo que queira utilizar todos esses móveis, o berço precisa ser padrão americano, que é 1,10 m por 70 cm.  Esse tipo de berço é o mais confortável e seguro para o bebê, e escolha também berços aprovados pelo Inmetro.

Cores:

Os móveis claros e com contornos arredondados dão leveza ao ambiente, o que fica melhor em um quarto pequeno, ainda mais um quarto de bebê que pede delicadeza. Por isso, o indicado é usar móveis brancos e dar a cor com objetos decorativos.

As cores claras também são aliadas em ambientes pequenos, que nem ficam bem com tons fortes, já que cores muito vibrantes podem chamar muita atenção do bebê, o estimulando demasiadamente e o deixando inquieto e irritado.

Para as paredes escolham tons pastéis e “bebês”, como rosa, amarelinho, azul, verdinho. E também não precisa de muitas informações, se for usar adesivos, não exagere na quantidade de cores.

Decoração:

Assim como os móveis, os objetos de decoração também contribuem para um ambiente leve e mais amplo. Muitos objetos carregam e sufocam o ambiente, então, na hora de decorar também vale a mesma regra das cores claras nas cortinas, roupas de cama, etc.

Muitos especialistas deixam o tapete “de fora”, por mais bonitos e charmosos que sejam. Os pais ou outras pessoas que passam por ali podem enroscar os pés e provocar acidentes. Uma alternativa são os tapetes que “grudam” no chão.

Para colocar alguns enfeites, no caso de ambientes pequenos, o interessante é usar ninhos nas paredes, já que podem ficar suspensos e ajudam a manter a organização. Quadrinhos espelhados também são ótimas opções.

Pronto! Agora é só aguardar a chegada desse momento precioso.

Incorporação: Solução para Seu Terreno

Possui um terreno e não sabe o que fazer com ele? Não tem dinheiro para impostos e não quer simplesmente vendê-lo? Você pode fazer uma incorporação imobiliária. Também é uma ótima opção para quem recebeu um terreno de herança e quer lucrar ainda mais.

O que é incorporação imobiliária?

A incorporação imobiliária nada mais é do que o que representa um condomínio fechado. Incorporar é transformar um único terreno, lote, ou qualquer área em várias áreas fracionadas em unidades independentes (ou lotes), todos com acesso a rua, com o propósito de constituir edificações, casa, apartamentos, no regime de condomínio para venda. Assim, com as unidades vendidas ainda na planta ou em construção, é possível levantar o valor para a construção.

Dessa forma, o terreno que antes possuía uma matrícula, ou escritura, passar a ter o número de lotes divididos. Por exemplo, se o terreno foi divido em dez lotes, passam a ter dez matrículas, ou escrituras, e dez casas (ou lojas, o que será nele construído). Dessa forma, a edificação e o terreno, que são duas coisas, se tornarão uma só: o prédio será incorporado ao terreno, daí o termo incorporar.

De acordo o art. 28, parágrafo único da Lei nº 4.591/64, a incorporação imobiliária é a atividade exercida com o intuito de promover e realizar a construção, para alienação total ou parcial, de edificações ou conjunto de edificações compostas de unidades autônomas.

Qual a vantagem?

Um terreno sem construção é avaliado pela média da localização, variando por tamanho, declive, etc. Um terreno construído passa a ter o valor do imóvel agregado, e é onde se pode ganhar um bom lucro. Mas, ser maior permite melhores negociações. Se você sozinho quiser construir para vender, pode ser que tenha um bom lucro, mas também pode ser que demore, e mais uma vez seu dinheiro ficará parado.

Com uma incorporadora ao seu lado, é possível que ela já tenha possíveis clientes e também atraia novos interessados com mais facilidade, já que é profissional e possui experiência no ramo. Além disso, o custo disso será bem menor do que o custo de errar, por isso, verifique se seu parceiro já fez isso antes.

Como faço para incorporar?

O incorporador na verdade é quem se compromete com a divisão, documentação, venda das unidades, e responsabiliza-se, pela entrega, preço, condições, etc, das obras concluídas. A incorporadora pode ser a construtora dos imóveis ou não.

Eu sou só o dono do terreno, o que eu faço?

Nada, meu amigo, você só tem a ganhar. O dono do terreno pode receber como pagamento unidades do prédio (condomínio, etc) construído ou lucro em dinheiro, depende do contrato. Basta você avaliar o que melhor se encaixa a sua necessidade, agora é anunciar o terreno ou procurar uma incorporadora de confiança e aguardar seus rendimentos!

Uma dica: Procure uma incorporadora de confiança, com experiência. Não acredite apenas no que dizem verifique o histórico, conheça outros empreendimentos.  De preferência a quem já construiu outros imóveis.

Esse Acabamento é feito do Quê?

O acabamento de uma construção, como de um imóvel, por exemplo, custa aproximadamente metade do preço da obra. E na mesma proporção, é o acabamento que ajuda a valorizar a casa ou apartamento. Por isso, é importante perguntar na hora de comprar um imóvel, até mesmo na planta, ou de construir: “Esse acabamento é feito do quê?”.

Quando se fala em construção, muitos vão logo pensando em cimento, areia, tijolos e calculando o preço. Mas ignorar os gastos com acabamento é um grande erro, e pode tornar o seu sonho de conquistar seu tão desejado imóvel em pesadelo.

O preço médio de uma construção de médio padrão em São Paulo, de acordo com Índices PINI de Custos, é de R$ 810,31 sem mão de obra. Os custos com louças, pisos, parede, entre tantos outros acabamentos, podem sair em média, R$ 1 mil por metro quadrado para um imóvel do mesmo padrão. Quanto mais refinada a obra, mas caro fica o acabamento.

Planejamento

O planejamento é uma fase indispensável em uma construção. É nesse momento que você decide o que fazer e como. Mesmo com pouco dinheiro, o ideal é contratar um bom arquiteto e engenheiro.

No momento do planejamento, será definido que materiais serão usados. Comprar material de acabamento sem planejamento pode resultar em grande diferença no orçamento de materiais previstos para a obra, gerar desperdício e prejuízo. Por isso, na hora de escolher, é preciso analisar:

  1. Ele agride o ambiente? Tem como substituir? Hoje há diversos materiais que podem ser utilizados sem comprometer o meio ambiente.
  2. Qual é a qualidade desse material?
  3. E o tempo de vida?
  4. Como é a manutenção?
  5. Esse material combina com o local onde vou construir?

Um ponto muito importante:

  1. Há mão de obra capacitada disponível para usar o material escolhido?

Abrir mão da etapa de planejamento pode significar seu dinheiro indo por água a baixo!

Mas, o que é acabamento?

O acabamento é a parte final da obra, como o próprio nome já sugere. A estrutura do imóvel e parte de alvenaria já estão prontas e neste momento as paredes são pintadas, são colocados os pisos, portas, fechaduras, azulejos, porcelanatos, louças de banheiro, pias torneiras, box de banheiros, gessos, iluminação e diversos outros detalhes responsável pela imagem e conforto da casa ou apartamento.

Devido a grande variedade de especialidades desta etapa, ela pode ser mais lenta e terá a presença de diversos profissionais circulando pela obra, como pintores, marceneiros etc.

Do que devo mais cuidar?

Depois de escolhido o material, o momento na hora da instalação é decisivo para a qualidade de seu acabamento e obra final. O acabamento, bem ou mal feito, vai interferir no valor do seu imóvel depois de finalizado, e um piso mal instalado pode te prejudicar, fazendo com que seu imóvel seja desvalorizado.

Assim como a escolha do material, a escolha do instalador é muito importante. É importante saber diferenciar um pedreiro de um ceramista, não é um pedreiro que coloca a cerâmica. A cerâmica é muito delicada e requer conhecimento específico, pois um corte errado pode fazer você perder uma peça toda. Apenas uma peça de cerâmica ou porcelanato pode custar mais de R$100,00.

A colocação dos revestimentos também deve ser valorizada, a argamassa ou rejunte utilizados devem ser escolhidos próprios para o material que será instalado, como pastilhas, vidros, porcelanato, reboco… E o nivelamento também deve ser bem observado, para que fique todas no mesmo nível.

Peças presas com silicones inapropriados também podem ser prejudiciais, não ficando bem presas ou fazendo com o que silicone mofe, como nos boxes de banheiro, por exemplo. O silicone mofado da à impressão de sujeira, deixando o ambiente feio e desvalorizado.

Então ao escolher seu imóvel preste atenção nos acabamentos se tem a qualidade que precisam para durar.

Você Sabe como Financiar um Imóvel?

Não? Então vamos a uma pequena aula: Vamos imaginar aqui que você quer comprar seu apartamento, sua tão sonhada casa própria, mas não tem o dinheiro do valor do imóvel.  Na hora de comprar um imóvel, seja casa, apartamento, ou até mesmo imóvel comercial, novo ou usado, você pode utilizar o financiamento para conseguir o crédito para o pagamento.

Como assim? 

O financiamento funciona da seguinte maneira: Você vai ao banco de sua preferência, e pede ao gerente a liberação do crédito que precisa para a compra do imóvel, se liberado, o banco paga ao vendedor do imóvel o valor que pediu para financiar, quitando a sua dívida com o vendedor. Então você vai pagar ao banco esse valor financiado, que é o valor do crédito adquirido, podendo ser o “preço” total do imóvel ou a quantidade restante se você já tiver algum valor para dar de entrada. É como se pegasse um dinheiro emprestado a vista e pagasse parcelado.

Mas durante o período de financiamento, que é o tempo que você vai levar para pagar o banco, o imóvel apesar de pertencer a você, não poderá ser negociado enquanto a dívida com o banco não estiver paga.

Diversos bancos oferecem esse serviço, então é legal pesquisar quais são as condições de financiamento, quais as taxas de juros cobradas, a duração do contrato, quanto do valor do imóvel pode ser financiado e até qual valor, para ver qual banco melhor se adequa as suas possibilidades. Há também a opção de financiamento direto com a construtora.

Quem pode financiar?

Qualquer pessoa com renda pode tentar realizar um financiamento, mesmo autônomos e trabalhadores informais, mas é preciso comprovar essa renda.  Com a comprovação de renda do comprador será possível ao banco verificar o valor do crédito e sua capacidade de pagamento, pois o valor das prestações não pode ser maior que 30% da renda familiar bruta.

Autônomos podem comprovar renda por meio de declaração do Imposto de Renda, contrato de prestação de serviços, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador.

Os trabalhadores rurais e informais, ou os que não possuem conta em banco serão informados pelos gerentes de cada banco quais são os documentos necessários de acordo com cada caso.

Negativo não pode.

O que você não pode é estar com dívidas e pendências com o Serasa ou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou com débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União. Se não houver problemas, o credito poderá ser liberado. Mesmo com o crédito liberado, o dinheiro só é entregue após o banco avaliar o imóvel e o contrato de venda ser registrado em cartório.

Documentos necessários:

Ao ir ao banco tenha em mãos originais e cópias do RG e CPF (se casado, do casal), comprovantes de estado civil e de renda (holerites, extratos bancários e declaração completa de imposto de renda do casal, se for o caso) ou os outros documentos citados.

Tipos de financiamento

Como já visto, existem duas formas de financiar um imóvel:

  1. Pelos bancos
  2. Direto com a construtora

Para financiamento pelos bancos você pode utilizar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Financiamentos pelo FGTS

O financiamento com a utilização de recursos do FGTS faz parte do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) é o mais utilizado no país e só pode ser utilizado para quem deseja comprar ou construir um imóvel residencial. O saldo do FGTS pode ser utilizado constituindo parte do pagamento ou pagamento do valor total do imóvel.

Para quem possui o saldo essa é a melhor opção. As taxas de juros cobradas nesse caso são as mais baixas, de 12%.

Condições:

  • Ter no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS (mesmo que em períodos ou empresas diferentes)
  • Não possuir nenhum financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH)
  • Não poderá ser possuidor, nenhum tipo de imóvel residencial urbano no município e região de onde mora ou onde exerce seu trabalho principal
  • Há um limite máximo de valor que varia de acordo com as regiões do país

Financiamentos pelo SBPE 

Pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) o financiamento pode ou não se enquadrar nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), depende do valor do imóvel e do financiamento a ser adquirido.

Quando o valor do imóvel financiado está nos limites do SFH, as taxas de juros também não passam de 12% ao ano. Quando o financiamento é realizado pelo SBPE, mas fora dos limites do SFH, as taxas de juros podem ultrapassar os 12%.

Viu como é simples? Agora é só juntar os documentos e ir atrás da casa própria dos sonhos!

Segurança de Prédio Sem Taxa de Condomínio? É Possível !

Você sabia que existem edifícios sem taxa de condomínio? Isso mesmo! Não é preciso pagar caro para morar bem e com segurança.

Em prédios sem taxa de condomínio o edifício é isento e a administração é feita pelos moradores e as despesas da das áreas comuns são rateadas entre eles, reduzindo consideravelmente o custo coletivo e individual. Isso acontece nos casos de prédios menores, como prédios de dois andares com oito apartamentos. Nesse caso, o prédio é liberado da convenção de condomínio, o que reduz também burocracias, ficando a cargo dos moradores elaborarem um regulamento interno para a boa convivência.

Quais as vantagens?

Além de economia e menos burocracia? O prédio, que na verdade é seu lar, e não um clube, deixa de ser tão cheio de “frescuras”, mas mantém a mesma segurança e privacidade de um edifício “mais caro”.

O apartamento nesses prédios também costuma não ser muito grande, o que é valorizado e mais fácil de comercializar, costuma ser mais acessível ainda para quem está em busca de um primeiro imóvel. Residências com áreas menores, seja por necessidade ou opção, é tendência em todo o mundo e também uma realidade. Com o espaço reduzido, diminui também o valor das contas de luz, imposto e do tempo dedicado à limpeza da casa.

O apartamento em um prédio com poucos e áreas reduzidas é também mais fácil de alugar, por ser mais barato e prático. Esses prédios estão sendo construídos em áreas próximas a bancos e supermercados, a uma distância que dê para ir a pé, tornando-se atraentes para quem tem uma vida agitada.

Outras das principais vantagens de morar em apartamento é a maior segurança em relação a uma casa. O espaço restrito de um edifício não permite que carros estranhos circulem pelo edifico, entrando assim no prédio apenas os donos que já possuem carros que são “conhecidos” e boa parte dos condomínios conta com câmeras e portões de segurança e sistemas de alarme. Enquanto que a maioria dos latrocínios – roubos seguidos de morte – acontece em casas térreas, no momento em que as pessoas entram e saem de suas casas.

Apartamento x Condomínio fechado

Os condomínios fechados e os edifícios com grandes áreas comuns podem parecer atraentes pelas áreas de lazer como piscina, churrasqueira, parquinho, campo de futebol, salão de festas e algumas outras das opções de lazer que muitos oferecem aos moradores. No entanto é preciso ponderar os prós e contras dessas modalidades para ver qual combina com mais com sua personalidade e interesses. E saber avaliar o quanto esses “benefícios” vão trazer de contribuição ou de aborrecimento. Listamos alguns contra do condomínio fechados:

  1. Menor privacidade: Para começar você precisa pensar em sua personalidade, você é uma pessoa reservada? Gosta de privacidade? Pois esses condomínios do tipo clube, seja prédio ou residencial, são compostas por muitas casas e moradores, e a chance de você chegar em sua casa sem encontrar um vizinho são quase nulas.

Essas pessoas também estarão usando as áreas comuns, muitas vezes com a família toda. Muitos confundem realmente o condomínio com clube e acabam levando “convidados” para frequentarem as piscinas e demais áreas e um lugar que era para ser particular, acaba parecendo público. Ou seja, no condomínio fechado, você tem muito contato com pessoas o tempo todo.

  1. Regras: Para contrabalancear esses acontecimentos, geralmente o condomínio estabelece muitas regras, o que também pode não ser tão agradável… Hora para tudo, pega a chave, assina, devolve, abre, fecha, não tem data…
  2. Má administração: E ainda se corre o risco da má administração. Se não for bem gerido, o que seria benefício acaba de tornando despesa. Áreas de lazer não conservadas, ou muitas reformas, geram custos e onde há condomínio não tem como escapar, se a maioria decidir, mesmo você não concordando, você também tem que arcar.

UM PEQUENO GRANDE QUARTO DE CASAL

Enfim, compraram seu “apêzinho”, vão começar a vida juntos e agora precisam começar a pensar na decoração do quarto de casal. Uma a vida a dois requer adaptações, e mesmo em ambiente pequeno é possível fazer um ambiente que fique funcional para o casal, e também muito aconchegante, afinal de trata do “ninho do amor”!

Parece um grande desafio acomodar todos os móveis necessários, como cama, armários, criados-mudos em poucos metros quadrados. Mas com um bom planejamento, móveis adequados e grandes ideias e truques, o quarto de casal ficará perfeito para você e seu par desfrutarem do descanso e privacidade, com muito conforto. O importante é dar preferência ao que realmente importa para o casal.

Para te ajudar nessa gostosa missão, criamos uma lista com dicas muito uteis que ficarão perfeitas em qualquer ambiente pequeno.

  1. Escolhendo a cama:

A cama não se trata apenas de decoração, dormir é uma necessidade básica que deve ser feito com qualidade, se você e seu casal gostam de espaço para dormir, deve dar prioridade a grande parte do espaço para esse item.

De acordo com a metragem do seu quarto, descubra que cama escolhida caberá, e mesmo que precise ficar encostada em um lado da parede, não terá problema, ainda ficará um ladinho para o criado. A cama do tamanho ideal, com certeza, será um bom investimento! Há quem se arrisque a usar camas enormes desafiando as regras de proporção e conseguem mesmo assim deixar o ambiente harmonioso.

2.   Embaixo da cama:

Ainda sobre as camas, ou melhor, sob as camas. Na hora de escolher a cama também vale pensar bem no modelo, invés de usar os modelos box, pode-se optar pelo modelos com gavetas, por exemplo, para aproveitar esses espaços que ficam embaixo das camas para guardar as roupas de camas, sapatos, etc. Nos modelos comuns, também é possível utilizar cestas e sapateiras em baixo da cama!

3.   Luminária suspensas:

Se vocês são do tipo que gostam de ler já quando estão acomodados na caminha (ou “camona”), é possível instalar luminárias na parede, uma para cada um, ou apenas uma no canto, como preferirem.

Uma nova tendência são as luminárias penduradas no teto e com cabos compridos. As luminárias com linhas verticais aumentam a sensação de espaço e conforto. Existem diversos modelos e vocês podem brincar a vontade!

Mesmo que você tenha um criado mudo, as luminárias suspensas são ótimas opções. Você pode aproveitar o espaço do criado para colocar outras coisas sobre eles, como os livros, o porta-joias, a caneca ou os controles remoto, ou até mesmo um objeto de decoração…

4.  Armários embutidos:

A marcenaria planejada está transformando a casa de quem possui ambientes pequenos. Não é apenas uma questão de metragem, mas também organização, permitindo que o móvel seja projetado especificamente, tornando o ambiente dinâmico.

No caso do quarto, um armário embutido atrás da cama, com nichos, pode ampliar a área útil do ambiente. O guarda roupa também pode ser feito sob medida, com as divisões necessárias. As prateleiras também ajudam cada coisa a ficar no seu lugar.

5.  Espelhos

Os espelhos também são ótimos aliados na hora de valorizar um cômodo pequeno, cobrir uma parede com espelho passa a impressão de amplitude ao ambiente. Com os espelhos pode jogar sem medo, o espelho combina com todos os estilos de ambientes e cai bem em cômodos de todos os tamanhos.

O detalhe do espelho fica a gosto década um, o único detalhe para se preocupar é com a moldura, deve combinar com o ambiente.  Uma ótima opção é colocar os espelhos nas portas dos armários, mas não no lado de dentro,  do lado de fora.

6.  Cores

E um fator muito importante em qualquer muito ambiente pequeno é a cor. Utilize cores claras, elas são mais eficientes para aumentar a sensação de espaço. Também é legal dar contraste, por exemplo, já que parede será clara, coloque detalhes coloridos.

Credito das imagens: http://freshome.com/

CINCO BONS MOTIVOS PARA ADQUIRIR A CASA DOS SONHOS

Não é novidade que nove a cada dez pessoas sonha em ter uma casa própria. Ter a casa própria é sinônimo de tranquilidade. Sem ter a preocupação de ter onde morar ou, como diz o ditado, “onde cair morto”, pessoas e famílias lutam pela conquista de adquirir um imóvel e de sair do aluguel.

Essa cultura de adquirir a casa própria para os brasileiros é devido aos altos preços dos aluguéis associado ao desperdício de estar “jogando dinheiro fora”; e também da dificuldade em conseguir comprar um imóvel. Comprar a casa própria sempre foi um trabalho suado para a maioria dos brasileiros.

Mas se você está pensando em comprar uma casa ou apartamento próprio, e sair do aluguel, esse pode ser um bom momento. Devido à crise que o Brasil está passando, o mercado imobiliário espera uma queda nas vendas em 2016, o que pode fazer com que surjam boas oportunidades de negócios.

Confira CINCO razões para conquistar a casa própria e sair do aluguel:

1. Estabilidade: Nada dá mais tranquilidade do que a estabilidade de morar em lugar que é seu. Ter o seu próprio imóvel permite que você viva seguro, sem precisar se preocupar com o fim do contrato, reajuste do aluguel, falta de dinheiro e risco de ser despejado, sem ter para onde correr.

Em sua casa, as regras são suas. Quando o imóvel for seu, impostos e taxas serão estabelecidos e se alterar, será apenas pelo consumo.

2. Praticidade: Ter sua casa própria também garante praticidades no dia a dia, você adapta sua vida aos estabelecimentos ao seu redor. Não precisa ficar mudando os filhos de escolas, sabe onde ficam os mercados, as lojas e pode até tentar arrumar um emprego perto de casa, podendo ir embora almoçar, tendo mais qualidade de vida.

3. Adeus burocracias: Saindo do alguém você também pode dizer “adeus” às burocracias de morar em casa alugada, começando pelo trabalho de conseguir e de aprovar um fiador.

Conserto e reparos também passarão a depender só de você, sem a necessidade de entrar em contato com o proprietário ou com a imobiliária para verificar as possibilidades de atendimento, e esperando… Mesmo que você precise pagar, é para melhorar a sua própria casa e por isso já vale a pena.

4. Decoração com a sua cara: Sua casa é o lugar onde você deve se sentir a vontade, confortável, em casa mesmo! Quando o imóvel é alugado, nem sempre você se sente encorajado a investir em móveis novos, como planejados, por exemplo.  Mudar as paredes ou colocar papéis de paredes também nem sempre é permitido.

Já no apartamento, qualquer reforma é benfeitoria, tudo, além de deixar com a sua cara, faz o imóvel valer mais. Pisos de qualidade, armário nos banheiros, área de lazer na sacada, portas bonitas, enfim, tudo pode ser feito a sua maneira, sem receio de jogar dinheiro fora!

5. Investimento: Apesar da crise e da desvalorização, investir em um imóvel sempre será um bom investimento, pois poderá trazer retorno no futuro, e nunca haverá um apartamento desvalorizado o suficiente para ninguém querer alugar. Assim como você um dia precisou alugar, muitos outros também precisam! Esse imóvel poderá te trazer uma renda extra. Além do mais, com o mercado oscilante, é esperado que quando a crise passe, o preço dos imóveis valorize novamente.

 

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Até o próximo artigo !

Conheça 3 Passos que Facilitam a Escolha de seu Imóvel Ideal

Você já sentiu que escolher um imóvel para comprar,seja para uma mudança residencial ou apenas para fins de investimento, pode ser muito desgastante?

Há uma série de fatores que não podem ser deixados de lado. Mas vou lhe contar  3 passos que ajudarão você fazer essa escolha sem que isso consuma toda sua energia.

É essencial levar em consideração alguns aspectos, mas antes de pensar em localização, infra-estrutura, as condições do imóvel, há 3 fatores que fará você economizar tempo e evitar desgastes na procura do seu tão sonhado imóvel.

1.Qual é a primeira coisa que se deve fazer antes de comprar um imóvel?

Se você respondeu que é sair e pesquisar, não é o começo mais fácil. Depois de ver o imóvel dos sonhos, poucos se contentam com outra casa e a partir daí fica impossível evitar a comparação, mas algumas vezes o imóvel está fora de seu orçamento.

Antes de ir às compras, avalie qual valor você pode investir, considere todas as despesas adicionais envolvidas em uma compra, e defina seu orçamento para compra.

2.Quer comprar financiado ?

Se você pretende financiar a compra, procure fazer uma simulação de empréstimo para pagar sua casa nos bancos de sua preferência antes mesmo de começar a procurá-la. Essa simulação se chama crédito pré-aprovado, e muitos bancos fazem isso para você, sem cobrar nada.

Trata-se de uma forma simples de saber qual valor poderá dispor para compra do imóvel.

3.Você vai comprar ou investir ?

Mesmo que esteja procurando um imóvel para morar, procure ver a compra com olhos de investidor. Como assim? Não se fixe apenas aos detalhes que você quer, olhe mais longe e veja a potencialidade de valorização do imóvel, seja pela região, por algum comércio que está construindo próximo, ou outro potencial. Porque nunca sabemos quando podemos vender nossa casa.

Seguindo esses 3 passos, antes de iniciar sua procura:

  1. Definindo Orçamento
  2. Realizando Simulação de Financiamento
  3. Tendo olhos de Investidor

Você economiza tempo e não cria expectativas erradas na sua busca, o que te levará mais rápido ao imóvel do seu sonho.

Mas o que observar no imóvel para decidir pela compra ? Esse é assunto para nosso próximo artigo. Continue nos seguindo.

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